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Ministro diz que pedirá extradição de Pizzolato e destaca atuação da PF

"Pouco importa quem sejam as pessoas. Nós governamos pelo princípio da impessoalidade, independentemente das nossas paixões", disse José Eduardo Cardozo respondendo às críticas feitas ao trabalho da Polícia Federal
por publicado: 05/02/2014 15h04 última modificação: 20/02/2014 14h49

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou na tarde desta quarta-feira (5) que a prisão do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, na Itália, responde às críticas feitas à Polícia Federal e ao Ministério da Justiça. "Pouco importa quem sejam as pessoas. Nós governamos pelo princípio da impessoalidade, independentemente das nossas paixões", informou em coletiva de imprensa.

Ouça o áudio da coletiva do ministro José Eduardo Cardozo

Segundo Cardozo, o próximo passo após a captura será o pedido de extradição de Pizzolato. "A Polícia Federal fará ao Ministério da Justiça a comunicação da prisão. Eu a comunicarei ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa. A partir daí serão tomadas medidas necessárias ao desencadear do processo de extradição. O STF irá solicitar e iremos fazer o trâmite que cabe ao MJ", destacou.

Atuação republicana

A eficiência e a seriedade do trabalho da PF foram, segundo Cardozo, demonstrados no momento devido. "Muitos diziam que não estávamos investigando o caso como se devia, que havia uma situação de acumpliciamento em relação a esse caso. Essa situação demonstra a competência da Polícia Federal brasileira, a forma rigorosamente republicada pela qual essa Policia Federal trabalha", comentou.

Ainda de acordo com o ministro, houve uma grande colaboração entre a polícia italiana e a brasileira durante o trabalho de investigação. Segundo Cardozo, a PF possuía todo o trajeto de Pizzolato desde que ele deixou o Brasil, após ser condenado a 12 anos e 7 meses de prisão pelo STF na Ação Penal Nº 247. "A própria Polícia Federal irá detalhar o caso em coletiva a ser realizada ainda nesta quarta-feira", adiantou.

Allan Carvalho

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