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Totalidade dos estados brasileiros participa do Programa Crack, é Possível Vencer

Oito estados assinam hoje com o governo federal a adesão ao Programa “Crack, é possível vencer”, que a partir de hoje chega a todas as unidades da federação.
por publicado: 06/08/2013 15h16 última modificação: 20/02/2014 15h34

Mais oito estados assinam hoje com o governo federal a adesão ao Programa “Crack, é possível vencer”, que a partir de hoje chega a todas as unidades da federação. Entram no programa os estados do Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Maranhão e Bahia. Atualmente, 18 estados e o Distrito Federal já aderiram ao programa.

Além disso, chega a 90 o número de municípios que já aderiram ao enfrentamento ao crack. Na solenidade desta terça-feira, 28 municípios também fazem adesão, elevando para 118 o número de participantes do Programa.

Do total de recursos destinados - R$ 4 bilhões - já foram executados R$ 840 milhões em 2012 e está previsto o investimento de R$ 1,6 bilhão em 2013.

Lançado em dezembro de 2011, o programa Crack, é Possível Vencer é um conjunto de ações do governo federal para enfrentar o crack e as outras drogas. Com investimento de R$ 4 bilhões da União e articulação com estados, Distrito Federal e municípios, além da participação da sociedade civil, a iniciativa tem o objetivo de aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção. 

As ações estão estruturadas em três eixos: cuidado, autoridade e prevenção. O primeiro inclui ampliação e qualificação da rede de atenção à saúde voltada aos usuários com criação da rede de atendimento Conte com a gente. No eixo autoridade, o foco é a integração de inteligência e cooperação entre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e polícias estaduais, a realização de policiamento ostensivo nos pontos de uso de drogas nas cidades, além da revitalização desses espaços. Já o eixo prevenção abrange ações nas escolas, nas comunidades e de comunicação com a população. Um dos enfoques da prevenção está na própria capacitação dos profissionais de assistência social, de saúde, de segurança e de justiça, além de líderes comunitários e religiosos, para trabalhar com usuários e seus familiares.

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