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Brasil extradita italiano condenado por favorecer migração ilegal

Mirco Folli também foi condenado a 10 anos em seu país por exploração da prostituição, porte ilegal de armas e crime financeiro
por publicado: 14/03/2017 15h43 última modificação: 14/03/2017 15h50

Brasília, 14/3/17 – Nesta segunda-feira (13), o Governo brasileiro extraditou o italiano Mirco Folli. Ele era procurado pela Justiça italiana para cumprir pena global de 10 anos e sete meses de reclusão. Folli foi condenado, em seu país, pelos crimes de “exercício arbitrário das próprias razões com violência às pessoas, porte ilegal de armas, crime financeiro, favorecimento à imigração clandestina e à exploração da prostituição”. 

O italiano foi preso em 2015 e  era procurado pela Difusão Vermelha da Interpol, desde 2014, quando passou a ser procurado em 190 países. O estrangeiro havia fugido da Itália e residia em Pernambuco desde 2004. Após parecer favorável do Ministério Público Federal (MPF), o Supremo Tribunal Federal decidiu pela de extradição de Folli, em novembro de 2016. 

A extradição foi efetivada com base no Tratado de Extradição entre Brasil e Itália, promulgado pelo Decreto nº 863, de julho de 1993.  Após o deferimento do pedido, todo o processo de cooperação entre Brasil e Itália foi realizado pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) da Secretaria Nacional de Justiça e Cidadania, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores e com a Polícia Federal/Interpol. 


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