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Colete utilizado por PRF morto em Alagoas não foi transfixado

por publicado: 31/07/2015 17h52 última modificação: 31/07/2015 17h52

Maceió, 31/7/15 – A Polícia Rodoviária Federal recebeu, na manhã desta sexta-feira (31), o resultado da perícia feita pela Polícia Federal no caso da morte do policial rodoviário federal Luiz de Gonzaga. Entre os laudos mais aguardados, estava o do colete balístico utilizado pelo agente no dia do crime, ocorrido no dia 10 de maio de 2015, em Ouro Branco (AL), enquanto atendia a um acidente de trânsito.

Os laudos foram apresentados ao superintendente regional da PRF em Alagoas, Remi Gomes de Alcântara, na sede da PF, em Maceió. Também estiveram presentes durante a explanação das conclusões o chefe da Seção de Policiamento e Fiscalização, Ednilson Ribeiro, e o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais em Alagoas, Reginaldo Galdino.

Segundo a PF, 10 profissionais, cada um em uma área de especialização, participaram dos trabalhos. Ao todo, nove laudos foram confeccionados, entre eles o do local do crime, da dinâmica da cena, das armas usadas, dos projéteis encontrados, dos testes de DNA de acusado e da vítima, e o dos coletes balísticos utilizados pelos PRFs envolvidos na ocorrência.

Entre as conclusões encontradas, o laudo é categórico ao afirmar que não houve transfixação do colete usado pelo PRF Luiz por nenhum dos dois disparos que atingiram o equipamento no momento do confronto.

O documento explicita que o colete possui 34 camadas. Que um dos disparos parou na primeira camada e que o segundo perfurou três. Explica, ainda, que a distância entre os pontos de impacto foi de aproximadamente 20 centímetros e que a distância dos centros de impacto para a borda mais próxima foram de 9 e 10 centímetros, aproximadamente.

Ao todo, apenas no laudo do colete balístico, foram respondidos 14 quesitos, entre eles alguns realizados pelo delegado da PF que preside o inquérito, e outros oferecidos pela fabricante do equipamento, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC).

A PF deverá realizar uma segunda apresentação das conclusões dos documentos para a diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento Souza, e para representantes da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf).


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