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Delegação da Guiné-Bissau conhece modelo brasileiro de combate à corrupção

Entre os temas de interesse da equipe estiveram a Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) e experiências com a Rede-LAB Cooperação Jurídica Internacional
por publicado: 07/12/2016 09h33 última modificação: 07/12/2016 09h44

Brasília, 7/12/16 – Uma delegação formada por seis juízes e seis promotores da Guiné-Bissau visitou o Ministério da Justiça e Cidadania nesta terça-feira (6) para conhecer o modelo brasileiro de combate à corrupção. A equipe foi recebida pelo diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI/MJC), Ricardo Saadi, e pelo coordenador da Rede de Laboratórios de Tecnologia (Rede-LAB), Leonardo Terra.

Entre os temas discutidos no encontro, foram abordados diversos aspectos do acordo de cooperação entre Brasil e Guiné-Bissau, que decorre no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) também foi um dos destaques apresentados pelo diretor do DRCI. “Aqui no Brasil, encontro que discute o combate à corrupção reuniu mais de 80 órgãos e instituições neste ano”, informou Saadi. Ainda foram apresentados à delegação guineense as experiências com a Rede-LABCooperação Jurídica Internacional, e outras.

Visita delegação de Guiné-Bissau

O promotor Francisco Lopes disse que o encontro no DRCI foi produtivo. “Temos acompanhado pelas agências de notícias os fatos ocorridos no Brasil. Ver in loco as técnicas de investigação e colocar em prática a parceria entre os nossos países foi muito bom”, relatou Lopes. Para ele, o modelo da Rede-LAB é uma ótima ferramenta, pois facilita descobrir a origem do dinheiro ilícito e chegar a quem cometeu o crime.

A missão dos guineenses no Brasil é resultado de um programa de estágio firmado entre aquele país, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O objetivo da missão é proporcionar o contato direto com a experiência brasileira em diversas áreas, em especial no combate ao crime organizado. Além do MJC, os magistrados africanos também visitaram o MRE, o Supremo Tribunal Federal (STF), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Ministério Público Federal (MPF).  

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