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NOTA À IMPRENSA

Ministro da Justiça e Segurança Pública, Osmar Serraglio, comenta assuntos do noticiário
por publicado: 11/03/2017 12h51 última modificação: 11/03/2017 19h43

Brasília, 11/3/17 - A propósito de algumas interpretações equivocadas a respeito de suas afirmações, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Osmar Serraglio, esclarece que:

1.      Sobre “Criminoso lombrosiano”:
O ministro afirmou que as pessoas têm medo ao andar na rua à noite quando cruzam com alguém visivelmente sob efeito de drogas. Houve quem retrucasse aludindo à teoria de Cesare Lombroso. Certamente quem assim evocou não estudou aquela teoria, pois o que Lombroso afirmava era que as características morfológicas e biológicas de uma pessoa indicariam ser um criminoso. Chamou-se isso de “criminoso nato”.  O ministro estava se referindo a dependentes químicos. Ninguém “nasce” viciado em drogas. Adquire o vício que, quando em estágio muito avançado, o deixa com aparência característica, reconhecível  na rua e que a alguns atemoriza. 

2.-     Sobre “Terra não enche barriga”:
O ministro  aludiu a ideia para afirmar que há um desvirtuamento da questão indígena.  Ele nota que só se fala em demarcação de terras e nada se diz de assuntos tão ou mais importantes como a sustentabilidade do mundo indígena, que não são amplamente discutidos.   Nas terras já demarcadas, que correspondem a 13% do território nacional, Serraglio avalia que não se vê debates de expressão sobre subnutrição, endemias e mortalidade infantil dos indígenas.  O ministro ainda reforçou o que vem dizendo reiteradamente: que demarcará todas  as terras que atendam aos preceitos reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal. Disse: “onde o indígena estava em 1988, de lá não será retirado”. 

Ascom/MJSP