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Ministro recebe indígenas Terena

Serraglio ouviu as reivindicações das lideranças que representam quatro terras indígenas localizadas no Mato Grosso do Sul. O ministro se colocou à disposição para trabalhar em prol das necessidades apresentadas
por publicado: 19/05/2017 14h40 última modificação: 19/05/2017 17h25

Brasília, 19/5/17 – Na manhã desta quinta-feira (18), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Osmar Serraglio, recebeu representantes do povo Terena em seu gabinete. Eles trouxeram uma carta de reivindicações que pede a nomeação de coordenadores da Fundação Nacional do Índio (Funai) no Mato Grosso do Sul de forma a garantir o pleno funcionamento da instituição no Estado. O grupo também tratou de assuntos acerca de quatro terras indígenas localizadas no Mato Grosso do Sul: Buritis, Nioaque, Dois irmãos de Buriti e Sidrolândia.

Serraglio falou sobre o mutirão que será feito para demarcar terras indígenas, sobre a proposta de reestruturação da Funai e reiterou que defende atendimento pleno aos direitos indígenas, como saúde, educação, assistência técnica, moradia, entre outros. 

O ministro reafirmou que está disposto a ajudar os povos indígenas com o que for necessário e que os esforços são sempre no sentido de entender as necessidades e trabalhar para saná-las. “O que puder ser feito no âmbito do Ministério da Justiça, nós vamos fazer”, finalizou Serraglio.

Em nome do grupo, o indígena Henrique Dias afirmou que apoia a CPI da Funai e pediu que o governo procure um diálogo direto com os povos indígenas em detrimento das ONG’s. “Essas organizações falam em nome de interesses próprios. Ninguém conhece a nossa realidade e necessidades melhor do que nós mesmos. É por isso que nós apoiamos a CPI da Funai, no sentido de dar mais transparência a esse trabalho feito pelas ONGs”.

Indígenas

A reestruturação da Funai também foi discutida no encontro. Segundo Dias, o presidente interino Franklimberg Ribeiro de Freitas tem o apoio dos indígenas para as mudanças em discussão. Ele garante que o diálogo será sempre o principal ponto de partida para as tomadas de decisão.  “Viemos em busca de diálogo, não queremos conflitos com fazendeiros – que também são atingidos por esses problemas. Queremos dialogar, buscar justiça de uma forma que envolva a governo e produtores rurais”.

Na reunião, Serraglio e os indígenas conversaram sobre indicações para os postos da Funai em Campo Grande e Sidrolândia. A falta de titulares nos cargos dificulta o andamento das políticas de assistência aos povos indígenas da região. O Mato Grosso do Sul abriga uma das maiores populações indígenas do país.


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