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Depen coordena ações de retomada da segurança e rotina em Alcaçuz

Vistoria em pavilhão desativado de presídio no Rio Grande do Norte encontra celulares e armas brancas. Força-tarefa, que conta com 350 homens, também apoia ações de assistência médica aos presos
por publicado: 24/02/2017 17h22 última modificação: 24/02/2017 18h19

Brasília, 24/02/17 – Uma nova vistoria nos Pavilhões 4 (Penitenciária Estadual de Alcaçuz) e 5 (Presídio Estadual Rogério Coutinho Madruga), localizados na região metropolitana de Natal (RN), ocorreu na última terça-feira (21). Foram encontrados dois celulares, dois chips, algumas facas, além de outras 26 armas artesanais, no Pavilhão 4. O local está desativado devido à destruição durante a rebelião de 14 de janeiro.   

A operação foi realizada por 350 homens da Força-tarefa de Intervenção Penitenciária do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) – órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública – juntamente com militares da Marinha do Brasil e agentes penitenciários estaduais.  A equipe revistou os Pavilhões 4 e 5. Na ação foram usados cães, equipamentos de rastreamento, detectores de metal, entre outros meios, além de uma equipe de contenção que realizou o mapeamento da região e a segurança do perímetro do complexo. 

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Atualmente, o Pavilhão 5 abriga cerca de 480 presos da facção criminosa denominada PCC, os quais foram os autores do massacre ocorrido em janeiro, invadindo o Pavilhão 4 e matando 26 detentos de facção rival. Hoje existe um muro de contêineres separando os pavilhões do restante do complexo de Alcaçuz. 

A primeira revista na penitenciária pela Força Tarefa de Intervenção Penitenciária – composta por 37 agentes federais de Execução Penal e 35 agentes estaduais do Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal – ocorreu em 29 de janeiro, quando houve a retomada do controle da prisão e a retirada de todo o material ilícito. Antes dessa entrada, foi feito um trabalho de inteligência penitenciária e troca de informações com outros órgãos, para identificação de celulares, armas de fogo e artesanais. A Força-tarefa ocupou o complexo e tem apoiado o governo do Rio Grande do Norte nos trabalhos de rotina e acompanhado a reforma da unidade.

Além disso, a Força Tarefa tem apoiado as ações de assistência médica aos presos. Após a primeira intervenção, foram encontrados muitos presos doentes e feridos durante os conflitos entre os internos. Nesse sentido, foram realizados  vários atendimentos com escolta controlada, garantindo a segurança dos agentes e dos presos. 

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