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PF, PRF e Força Aérea Brasileira obtêm sucesso na repressão a drogas

Mapeamento de rodovias, monitoramento de aviões e maior presença policial nas fronteiras resultaram em redução da entrada de drogas em território nacional. Dados foram apresentados ao ministro da Justiça
por publicado: 17/04/2017 17h04 última modificação: 17/04/2017 17h30

Brasília, 17/4/17 – Parceria da Polícia Federal (PF) com a Força Aérea Brasileira (FAB) e a intensificação das operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas estradas do país, especialmente em áreas fronteiriças, trouxeram bons resultados para o combate ao tráfico de drogas no país. É o que mostram dados apresentados pelas três instituições ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Osmar Serraglio.

O sucesso de operações conjuntas entre PF e FAB resultou de ações realizadas este ano, mas mantidas em sigilo até agora.  No dia 20 de janeiro, agentes das duas forças apreenderam entorpecentes na região de fronteira após a interceptação de um avião oriundo de Boa Vista (RR). A aeronave foi detida pelos agentes em Alta Floresta (MT) com carga de quase 100 kg de cocaína.

Duas semanas depois, em 3 de fevereiro, uma aeronave vinda de San Martin, na Bolívia, foi retida na cidade mato-grossense de Primavera do Leste, com 237,7 kg de entorpecentes variados. As duas operações expõem a existência de rotas aéreas clandestinas que confirmam a utilização daquele estado fronteiriço (MT) como base de distribuição para regiões mais centrais do país.

Rodovias e regiões de fronteiras
A operação “Fronteira”, da PRF, conseguiu apreender entre 2011/2016 quase meio milhão de toneladas de maconha e 30 t de cocaína, além de 10 mil veículos roubados e 200 milhões de maços de cigarros contrabandeados. Um total de 74 mil pessoas, quase um Maracanã de envolvidos, foram detidas.

“Fronteira” mobilizou 11 superintendências, 20 delegacias e 65 unidades operacionais da PRF. Essa operação adota uma abordagem estratégica do tráfico ao mapear previamente rotas de drogas, armas e contrabando.

Balanço histórico da PF
Os números da Polícia Federal compreendem 14 anos de registros de apreensões de cocaína (cloridrato, crack e pasta base), maconha, selos de LSD e comprimidos ecstasy, realizadas entre 2003 ao ano passado 2016.     

Em 2016, o número de selos de LSD retirados do mercado caiu para 882, apenas 0,81% dos 108.856 registrados cinco anos antes (2011), numa indicação de que o mercado sofreu uma grave retração. Os comprimidos de ecstasy também tiveram forte declínio, saindo das 877.853 unidades apreendidas em 2014 para 490.270 em 2016, quase 400 mil a menos.

A apreensão de maconha pela PF também desacelerou após registrar seu ápice em 2015, com 270.919 kg. Em 2016, as apreensões caíram quase 50 t, chegando a 224.829 kg.  


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